sábado, 13 de maio de 2017

   Este poema é lindíssimo, merecemos mesmo ganhar o festival

Amar pelos dois

Se um dia alguém
Perguntar por mim
Diz que vivi
Para te amar

Antes de ti
Só existi
Cansado e sem nada p’ra dar
Meu bem
Ouve as minhas preces
Peço que regresses
Que me voltes a querer

Eu sei
Que não se ama sozinho
Talvez devagarinho
Possas voltar a aprender

Se o teu coração
Não quiser ceder
Não sentir paixão
Não quiser sofrer

Sem fazer planos
Do que virá depois
O meu coração
Pode amar pelos dois




terça-feira, 9 de maio de 2017

Estou sem telefone desde o dia dos meus anos (foi uma bela prenda). Caiu na àgua e fritou, paz à sua alma.
Por isso estou desligada do mundo virtual, à mais ou menos um mês. Tenho um telefone, que os meus filhos apelidam de ipedra, com a função básica de telefonar e receber telefonemas. 
Tenho mensagens, básicas também sem bonecadas. Como não recebo as bonecadas por vezes as mensagens não fazem muito sentido, é engraçado.
Tem sido um sossego, volta e meia ligo o PC, navego um bocadinho, mas depressa me farto. 
Acho que me vou manter assim durante todo o verão, nesta paz e nesta liberdade. E quando voltar a ter smartfone vou ponderar continuar desligada. É tranquilo.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Podia, não podia?



É que se assim fosse estaria magríssima. 
Todos os dias às cinco à conta dos treinos dos adolescentes cá de casa que andam todos trocados de horário e sobra para esta mãe.
O problema é mais o contrário, ando o dia todo tão descompensada que só me apetece comer muito, sempre, e mal (ou seja gordices).
Não está bonito para o verão, não está mesmo!